Nakshatras da Lua


Nakshatra da Lua- Aslesha


Nakshatra da Lua Aslesha
Esta não é uma posição fácil para a Lua, que revela aprisionamento por padrões repetitivos a nível emocional, geradores de culpa. Esta  posição cria uma dinâmica de aperto, restrição, servidão, opressão. A  Lua em Aslesha precisa de se sentir oprimida para estar confortável, recebendo essa opressão ou aperto como «o que merece». Enquanto não se livrar dessa culpa, o seu ser estagna, num abraço mortal que aperta todo o seu ser.
Os nativos com a Lua no Nakshatra em Aslesha , que tem  regência de Mercúrio, precisam de comunicar e podem procurar uma atividade em que a comunicação, a troca de mensagens, a informação, a escrita, a publicidade, a atividade nos media- rádio e TV e outros ou como orador e conferencista, são  fundamentais mas , em qualquer caso, também precisa de restringir essa atividade de forma a torná-la segura. Estas pessoas precisam de limitar os tipos de informação, as suas expressões emocionais, de modo a conter,  a restringir, pois o ato de restrição da informação dá-lhes segurança, podendo mesmo usar formas coercivas para esse efeito. A segurança é o seu maior desejo e usam a restrição e a limitação como forma de a alcançar.
Assim, quando exercem as funções parentais, estes nativos colocam barreiras à capacidade de  os filhos agirem fora do controlo parental. Limitam profundamente a liberdade das crianças porque acreditam que esse é o melhor modo de as manterem seguras.
Estas pessoas sentem afinidade com os conceitos de atar, prender, limitar, obrigar,  de se comprometer e ficar preso à promessa, impor, ligar com uma ligadura (para ficar unido e apertado, como a ação mecânica de uma serpente que se enrola em volta da sua vítima). Assim, ao estabelecerem relacionamentos emocionais com os outros, estes nativos  precisam que estes se sintam obrigados para consigo, presos à palavra dada, ao compromisso que lhes é pedido, etc. Não suportam deixar o outro, qualquer que ele seja- filho, parceiro de vida ou outro que seja próximo- livre e podendo escolher o que quiser. Talvez por isso a sua expressão emocional preferida seja o abraço apertado, usando os braços ou as mãos – ou ambos- para apertar  o outro o mais que pode, de modo a sentir que este «não lhe pode escapar».
Podem, devido a esta afinidade com a contenção, com o desejo de formar uma barreira de proteção, etc., escolher trabalhar com fechaduras, vedações, diques, etc.. Do mesmo modo, identificam-se com a atividade política que usa a coerção sobre a comunidade. Podem tornar-se bons técnicos quando se trata de lidar com comportamentos que repetem os mesmos padrões, como acontece com os psicólogos que tratam pessoas no âmbito do autismo, ou das pessoas que têm dependências fixadas e que não conseguem abandonar, como é o caso dos toxicodependentes. Podem ser bons vigilantes e guardiães das fronteiras, que restringem a passagem de pessoas de um lado para o outro. São igualmente adequados para as áreas da engenharia que colocam limites ou barreiras à ação da água, da terra, de pessoas, não permitindo que ultrapassem um certo limite.
Sendo um Nakshatra com regência de Mercúrio, Aslesha leva o nativo a pensar sobre as emoções ,mais do que a senti-las.
Os nativos com a Lua em Aslesha ficam nervosos com a falta de «segurança» em relação aos outros, pois à partida não sabem o que podem esperar deles. Assim, podem, numa confusa perceção de autodefesa, envolver-se em demasia na vida pessoal daqueles com quem interagem de forma próxima. Podem tornar-se muito próximos dos outros, dando a impressão de que desejam zelar pela segurança e conforto emocional destes mas, de facto, procuram salvaguardar-se a si próprios por se sentirem muito inseguros perante os outros em termos emocionais. Estas pessoas podem ser muito manipulativas a nível emocional. Envolvem-se continuamente em estratégias que assegurem a sua segurança emocional.
Quando se trata de tomar conta a da família, o nativo de Aslesha exprime-se em geral como uma proteção estável, manifestada a toda a família alargada e mostrando preocupação pelo seu conforto e bem-estar. Mas faz isso a partir dos seus próprios parâmetros pois, para proteger a família, pode bem recorrer a estratégias que podem ser físicas ou psicológica e que restringem os movimentos de membros da família, para que estes não se coloquem «em perigo»: isto pode incluir prender literalmente esses familiares, fechando-os à chave, por ex., ou restringindo o acesso a comida, dinheiro, etc., para os obrigar a permanecer «em segurança».  O estilo de Aslesha , manipulativo e coercivo por natureza, pode exercer-se também como chantagem psicológica sobre os outros, disfarçada de boas intenções e genuína preocupação. Aslesha precisa de sentir que «faz falta», que a sua ação e pessoa são necessárias e pode tornar-se numa insinuante «serpente» que, falando com voz de encantar, estende ao mesmo tempo o corpo sobre o outro e enrola-o, apertando-o sem o largar. Acima de tudo, quer estar no centro da vida de todas as pessoas que fazem parte da família- e decidir por todas elas, é claro, o que estas podem e não podem fazer.
A tensão constante entre o desejo de controlar a vida de todos os membros da família e   a vontade de cada um deles ser independente e tomar as próprias decisões gera sentimentos de culpa, que originam comportamentos de dependência em relação a comida, medicamentos ou drogas. Alguns podem usar estratégias de choque para obrigar os membros da família a  aceitarem ser presos ou limitados, impondo o seu controlo apertado sobre eles. Tal como o abraço de uma serpente, o desejo distorcido de proteger os outros é agressivo e pode mesmo esmagar o outro, ao apertá-lo em demasia.
Apesar disso, estes nativos conseguem, de forma mais eficaz de que muitos outros, manter unidas as várias pessoas de toda a sua família, mesmo quando enfrentam grandes dificuldades. E a sua subtileza é tal que os outros acreditam sinceramente no seu desejo de os ver confortáveis e felizes. Aliás, os nativos de Aslesha usam com frequência a estratégia de criar sentimentos de culpa nos outros para poderem continuar a  manipulá-los e a trazê-los bem firmes sob a «trela» que lhes colocam.
As mães com a Lua em Aslesha têm muita dificuldade em «deixar ir» os filhos para uma vida independente por isso fazem tudo o que podem para que continuem a sentir que precisam da mãe e para que esta possa continuar a manter o controlo sobre eles.
Devido às características psicológicas destes nativos, é muito difícil que mudem os seus padrões internos. Isso torna difícil a aceitação do divórcio caso o cônjuge decida pedi-lo. Estas pessoas mantêm-se presas ao casamento e a outros contratos, pois essa «prisão» é-lhes necessária psicologicamente
Quando desempenham funções na comunidade, manifestam  grande apego à comunidade e às sua raízes, patriotismo, forte ligação com a vida familiar. Assim, podem dar-se bem em funções ligadas à segurança social. Porém,  o impulso para se «meter» na vida dos amigos, familiares, colegas de trabalho é irresistível devido à necessidade de manipular os outros. Assim, tendem a interferir na vida dos outros, em especial na vida amorosa e o casamento, fazendo-o igualmente no que refere aos filhos. Se tiverem cargos institucionais que levam a interagir com outos países, são capazes igualmente de interferir   com os assuntos desses países. Estas pessoas restringem ou oprimem a liberdade dos outros pensando que o fazem «por amor», por preocupação e interesse na sua felicidade, etc. Deste modo são vistas pelos outros como muito invasivas, sendo difícil libertarem-se do jugo que estabelecem, à sua volta. E de facto, os nativos de Aslesha podem atuar como verdadeiros vampiros psíquicos dos outros, procurando apoderar-se de toda a  sua iniciativa e poder de decisão e revertendo-a para si próprios.
São capazes de passar longo tempo a construir uma relação de confiança com outros, para, quando esta está estabelecida, se agarrarem a eles, apertando-os e restringindo a sua liberdade através de formas de manipulação e geração de sentimentos de culpa que os levam a permitir isso.
O gosto por se envolver fortemente nos pormenores da vida dos outros torna-os adequados para todas as funções em que esse envolvimento é necessário como a terapia psicológica, o aconselhamento, a advocacia, etc.
Os relacionamentos emocionais que estas pessoas estabelecem têm a mesma matriz e são em geral muito manipulativos, podendo isso ser disfarçado por um grande poder de insinuação e sentimento de confiança que são capazes de criar nos outros.  Quando estão criados os vínculos emocionais, usam a estratégia de gerar sentimentos de culpa no outro para o manterem «agarrado». Quando acontece que este «abraço que prende» não se mantém, porque o outro se liberta e corta a corrente que o prendia, os nativos de Aslesha podem finalmente receber o castigo pelos seus métodos. Ora, isso pode ter como resposta destes nativos atos que podem ser de grande violência, como o recurso ao veneno. Há uma afinidade entre Aslesha e os venenos, tanto químicos como psicológicos. Casos existem em que estes nativos recorrem aos comportamentos da «serpente» e matam sufocando, estrangulando, apertando o outro para o impedir de os deixar. Podem igualmente recorrer à chantagem e à extorsão financeira.
Os nativos de Aslesha têm dificuldade em ouvir críticas dos outros, pois sentem-se vulneráveis. Mas são capazes de  criticar com grande ênfase o comportamento dos outros.  Sentem necessidade de ser reconhecidos como patriotas, cuidadores da família, pessoas com grande sentido moral. Precisam, em especial, de sentir a aprovação por parte da família e o reconhecimento por parte desta.   Mas quando se sentem ameaçados podem procurar vingar-se.
Estas pessoas têm um magnetismo natural, tendo uma energia muito sexual e podendo ser muito sedutoras. Possuem um olhar hipnótico.
A mãe destes nativos não mostrou disponibilidade emocional para cuidar da criança, fosse porque estava embrenhada na vida profissional ou demasiado focada no cônjuge, tendo deixado o nativo entregue aos cuidados de terceiros. O impacto da ausência da mãe pode  ser  minorado com terapia  para que possam libertar-se dos padrões que não lhes permitem crescer e as  leva a querer ser uma espécie de «supermãe» que quer estar presente na vida de toda a gente e se torna invasiva por causa disso. Negligenciadas por uma mãe que não lhes deu a atenção necessária, estas pessoas desenvolveram o hábito de abraçar os outros, de forma apertada, para conseguirem atenção. Aprenderam a ser manipulativas e controladoras.  No futuro, criado este padrão, acabam por atrair parceiros de vida com as caraterísticas de Aslesha.
Podem sentir grande dificuldade em libertar-se dos padrões compulsivos que  levam a envolver-se na vida dos outros. Mas a cura destas compulsões é possível se, em vez de se virarem para o exterior, se virarem para o interior  de si usando  as forças internas de transformação pessoal. E, embora a maioria não «dê a volta» a este padrão podem, efetivamente, fazê-lo se assim decidirem.
Quando a Lua está colocada no 1º pada  a pessoa está envolvida em alcançar determinados objetivos e faz o que for necessário para os atingir, podendo usar o seu poder de manipulação  dos outros  para isso. Mas, no 1º pada, há objetivos bem definidos , estas pessoas tentam concretizar uma ideia ou ideal e ligam-se emocionalmente a esse objetivos. Após a concretização desses objetivos, em geral abandonam as pessoas que os ajudaram a alcançá-los.
Quando a Lua está colocada no 2º pada os objetivos destas pessoas tornam-se muito materiais, estes nativos interessam-se por dinheiro, privilégios sociais, títulos honoríficos, desejam ser  líderes no governo ou de instituições administrativas. Sentem-se compelidos a ligar-se a pessoas que podem ajudá-los a conseguir alcançar esses objetivos,  mas a ligação  dura apenas até os objetivos em causa serem atingidos. Após isso, perdem o interesse na relação. Mas, eventualmente, acabam  também por se comprometer com  o objetivo de uma família.
Quando a Lua está colocada no 3º pada  o nativo é orientado para a investigação e ciência, para o objetivo de encontrar uma tarefa que mude e melhore a sociedade. É capaz de criar ideias que serão importantes para melhorar algum aspeto da realidade e da sociedade. Este pada é mais mental do que os restantes de Aslesha. Estas pessoas colocam os seus objetivos de forma clara aos outros, conseguindo a sua cooperação  através deste método, pois não gostam de agir de forma impensada  nem de serem apanhados de improviso.
Quando a Lua está colocada no 4º pada os nativos estão sinceramente conectados de forma emocional com os outros. Continuam a ter objetivos claros e são capazes de dedicar toda a sua vida a esses objetivos. Estas pessoas podem sacrificar a sua vida por um ideal e objetivo. São criativas e podem dedicar a sua vida a exprimir essa criatividade, vivendo o ideal que desenvolveram.

Nakshatra da Lua – Mrigasira


Nakshatra da Lua Mrigasira
Nakshstra de Mrigasira tem a regência astrológica de Marte e uma das palavras chave deste Nakshatra é o instinto, força automática impulsionadora de respostas. A energia de Marte leva estas pessoas a procurarem segurança emocional no movimento constante e na atividade. Procuram continuamente adquirir novas informações, saber mais sobre o que as rodeia pois isso dá-lhes segurança.
Estes nativos têm  força física assinalável, orgulhando-se da sua forma e da sua  musculatura. São energéticos, competitivos, impõem-se pela pujança e vitalidade e precisam de ser «os primeiros»; gostam de inovar, de estar sempre à frente dos outros para liderar o caminho a seguir. Perante os outros podem ser dominadores.
Os nativos com a Lua em Mrigasira são curiosos e intuitivos, com uma espécie de «instinto» especial. Possuem uma afinidade muito especial com o cheiro, como se este lhes desse uma perspetiva mais verdadeira da realidade que os circunda. Precisam de se movimentar constantemente e adoram estar sempre a conversar, mesmo que não tenham muito para dizer. Sentem-se seguros a dialogar com os outros, apreendendo rapidamente as suas opiniões e modo de pensar. São sociais, gostando de interagir em pequenos grupos e tendo excelente capacidade de interação no interior do grupo (desde que possam liderar, claro). Adoram fazer pequenas viagens com grupos de afinidade e são capazes de gerar verdadeiras dinâmicas de grupo. São bons a fazer sentir os outros à vontade e são bons entrevistadores.
A sua excelente intuição e os muitos contactos que fazem com os outros nas frequentes movimentações e pequenas viagens tornam-nos peritos a «ler» os outros , adquirindo um penetrante insight das suas características  de forma «automática», como acontece com um animal selvagem ao cheirar outro ser.
Dadas as suas características, estes nativos podem ser excelentes investigadores, sobretudo na área dos eventos, jornalismo de investigação, investigação criminal, etc. De resto, adoram «meter-se onde não são chamados» e ficar a saber coisas do foro privado da vida dos outros. O jeito para lidar com as pessoas também os torna bons conselheiros.
São em geral pessoas cordatas e com quem é fácil falar e interagir. Gostam de receber e são excelentes anfitriões. Têm, no entanto, a característica de «julgar os outros pelo cheiro» e, se este não lhes for agradável, podem tornar-se antipáticos, desconfiados e desagradáveis. Reagem instintivamente àqueles de quem não gostam mas, geralmente, gostam de socializar de forma agradável. Em geral, o seu bom humor e qualidades de comunicação fazem deles bons anfitriões para receber e entreter    convidados.
Estes nativos gostam de viajar para conhecer novas pessoas, novos lugares e realidades, sendo muito curiosos e gostando de explorar novos ambientes. Gostam de viajar em grupo e de ir partilhando as suas impressões com o grupo ao longo da viagem.
No fundo de si mesmas, estas pessoas tentam encontrar a essência que explica a sua existência, algo que  dê um sentido absoluto ás suas vidas. Precisam de encontrar algo especial que preencha as suas vidas.
Em termos emocionais, precisam de conhecer os outros com quem são próximos, a fundo, usando as capacidades inatas de as «captar» sensorial e intuitivamente. Estas pessoas ultrapassam o medo através do conhecimento, daí a sua procura incessante de mais «informação» que lhes permita exercer o controlo sobre o meio ambiente. precisam também de sentir proximidade em relação ao grupo.  Sentem receio de não serem notados pelo grupo com que se identificam e isso causa-lhes ansiedade, revelando o medo subconsciente de serem abandonados.
No primeiro pada de Mrigasira a Lua está no signo Touro e concentra-se no que é valioso, procurando encontrar algo belo, incluindo o conhecimento em termos superiores, para  preencher o sentido das suas vidas. Os nativos procuram exprimir-se de forma criativa de forma única e bela , procurando incessantemente, «pela floresta» da vida , esse «tesouro especial». Interessam-se muito pela Arte e o seu valor absoluto como expressão do que a vida tem de mais belo.
No segundo pada a Lua indica que os nativos se concentram no seu trabalho, afastando-se do mundo exterior. Prestam grande atenção ao pormenor, fixam-se nos pequenos detalhes e esmiuçam as possíveis falhas. São bastante críticos e podem escolher áreas na vida real que procuram encontrar as falhas e imperfeições e procuram corrigir isto. São muito perfecionistas também em relação a si mesmos, o que produz personalidades algo nervosas e nunca satisfeitas com o que fazem e veem à sua volta. Procuram a perfeição em todas as coisas, tendem a repetir o que fazem vezes sem conta, sempre tentando atingir a perfeição.
No terceiro pada, que cai no signo Gémeos, a Lua torna a pessoa um empreendedor multivalente, com mente curiosa, comunicativa, com competências para falar e escrever sobre as coisas.  E coloca estas competências ao serviço de  empreendedorismo e de negócios. Estes nativos são excelentes a negociar,  a vender, a estabelecer acordos de negócios usando as competências de comunicação. Têm grande capacidade de estabelecer laços e relacionamentos. Mas a Lua deve estar sem aflições para se alcançar sucesso nestas áreas  pois, nesses casos, torna-se difícil para a mente concentrar-se nos objetivos e levá-los à concretização.
No quarto pada, a Lua  continua colocada no signo Gémeos. Estas pessoas gostam de comunicar mas sobre o que está escondido, oculto, o lado sombrio da vida, a morte,  o oculto. A mente passa do conhecido e da realidade «solar» para o lado noturno, sombrio ou oculto, desde o plano esotérico e os mistérios até à investigação da mente criminosa.  Estes nativos podem envolver-se na ajuda dos que sofrem transformações trágicas e súbitas, intervenção em cenários de calamidade; gostam de saber o que se passa após a morte, etc. A curiosidade de saber manifesta-se neste pada como a curiosidade em relação ao misterioso e desconhecido e é quando estão a tentar compreender estes aspetos da realidade que estes indivíduos encontram segurança.


Nakshatra da Lua- Pushya


Nakshatra da Lua Pushya
Pushya tem a regência astrológica de Saturno e este Nakshstra indica apego às raízes socias e culturais do grupo de pertença. Os nativos sentem-se seguros respeitando as regras e hierarquia social. Precisam de viver num meio estruturado e ordenado onde cada pessoa tem uma posição bem definida e conhece as regras a respeitar. Deste modo, estas pessoas defendem e protegem naturalmente os costumes e a ordem social existente, que procuram preservar.
Emocionalmente, também precisam de ordem e estrutura e procuram-na nas regras, nas leis e nos costumes tradicionais, enquadrando o que sentem nesses contextos regulados, sendo deste modo motivados essencialmente por aquilo que é permitido pela sociedade e pelas pessoas que esta considera «respeitáveis». Assim, mais do que regerem-se pelas emoções em estado bruto, estas pessoas filtram as emoções a partir das regras estabelecidas e das convenções e padrões socialmente aceites. O seu sentido de segurança emocional depende de se sentirem integrados num contexto regulado que define com clareza os papeis e os comportamentos permitidos a cada um. Estes nativos dão, deste modo, grande importância às regras do «protocolo» e a todas as regras implícitas nos costumes associadas aos papéis e estatutos sociais.
Pushya situa-se inteiramente no signo Caranguejo e refere-se á parte do signo que procura conservar as tradições e os costumes, defender e proteger o que está regulado e legislado pela tradição. O respeito  pelas estruturas sociais e instituições faz com que estas pessoas sintam necessidade de ser reconhecidas como «guardiãs» dos padrões sociais e do seu estilo de vida e valores, pelo que podem aspirar a desempenhar papeis institucionais, por ex., nas estruturas do poder local, tanto a nível político como religioso  e também de proteção social.
A personalidade destes nativos tem as qualidades da estabilidade pois a sua tendência para conservar o que existe faz com que não gostem muito de mudanças e defendam as estruturas organizacionais existentes, em detrimento de inovações e outras novas. São determinadas e desejosas de manter a ordem social, pelo que aceitam desempenhar papéis que lhes permitam justamente conservar o modelo de vida e  os padrões dos costumes, ao mesmo tempo que procuram receber o reconhecimento e aprovação das hierarquias da sociedade pelo esforço que fazem para a manutenção dessa ordem.
É claro que esta persistência no cumprimento dos «deveres sociais» entra diversas vezes em conflito com o que desejam e sentem a nível emocional mas a identificação entre a pessoa que sentem ser e a ordem que desejam manter e conservar faz com que aceitem de bom grado sacrificar os aspetos emocionais que não são compatíveis com a imagem de respeito que desejam conservar. No seu íntimo, identificam-se com «o que é correto» e isso é o que corresponde às regras e leis da sociedade, não abrem espaço para uma ética puramente individual ou pessoal: o que for contra as leis e costumes gerais da sociedade, não deve ser permitido e «é mau» em si mesmo, acreditam. Assim, refugiam-se nas instituições e no  seu papel para sentirem a segurança e aprovação interna e externa de que necessitam. Viver contra o que a sociedade e os «outros» acham correto não é decididamente para eles. São por isso muitas vezes os líderes intermédios que se tornam na «torre de defesa» de uma certa comunidade na qual são reconhecidos como «pilares» estimados e admirados. Isto tanto se pode manifestar no plano político como social e religioso. Sejam quais forem as suas crenças, partilhadas com um grupo ou sociedade, estas pessoas tendem a conservá-las ao longo da vida.
Na vida familiar, a mesma necessidade de ordem e regulação faz-se sentir. Os papéis parentais, especialmente o da mãe, é definido e o mesmo acontece com o papel dos filhos. Cada um é educado para perceber desde cedo que é preciso respeitar regras e aprende a conhecer quais são e que comportamentos serão tolerados e quais serão impedidos ou sancionados. Quando é a criança que tem a Lua em Pushya, pode ser esta a «criar a ordem regulada» de como a mãe deverá comportar-se no seu papel. Na família, quando há membros com a Lua em Pushya, não há lugar para os papéis e comportamentos «desorganizados»: cada um sabe qual é o seu papel e como deve «estar» e comportar-se pois a necessidade de ordem é dominante na vida destas pessoas, que sofrem bastante em ambientes não estruturados onde «cada um faz o que bem quer e entende». Não aceitam isto e atuam de imediato para «pôr ordem» onde ela não existe. Se os pais, por ex., não o fizerem, a criança com a Lua em Pushya fá-lo- á pois isso é-lhe necessário para se sentir segura.
Em alguns casos, a necessidade de «ordem» mo ambiente em que vivem torna os nativos com a Lua em Pushya  bastante controladores sempre a «apontar» o que deve ou não deve ser feito pelos outros membros da família, ou a «corrigir» mesmo os mais velhos em relação aos seus comportamentos, modo de vestir e de estar, etc.
Estes nativos gostam de todo o tipo de rituais e podem ter «rituais familiares» que procuram repetir ciclicamente como almoçar em família num certo dia da semana, etc. Podem também, caso sejam religiosos, ser afeiçoados à prática de diversos cerimoniais ritualísticos (pedir para um padre abençoar uma casa que acabaram de comprar, abençoar a fita de final de curso, etc., além dos rituais comumente praticados). Adoram também todas as «cerimónias». Casamentos e batizados, vestir-se a rigor numa certa ocasião especial, etc., pois tudo isso serve para confirmar o seu lugar numa ordem social com a qual se identificam e a que querem pertencer. Acima de tudo, apreciam todos os papeis que manifestam  uma posição que os dignifica em termos de estatuto e hierarquia social. Em boa parte, estas pessoas  precisam de sentir que «a grandeza» de certas instituições sociais se transmite à sua própria identidade pelo que , ao representarem essas instituições, sentem-se orgulhosos por serem quem são. Sem o apoio de instituições sociais respeitáveis, estas pessoas sentem que «não são ninguém».
Ao transmitirem os valores sociais das «classes hierarquicamente superiores», estes nativos afirmam igualmente a sua posição e podem ser por isso transmissores privilegiados dessas estruturas  e dos seus valores morais e sociais, nos cargos que exercem. São movido pela honra e pelo respeito desses valores e são vistos exatamente como tal. Podem ser crentes fervorosos em termos religiosos. Têm generosidade de coração, gostando de ajudar os que menos têm.
Em geral estas pessoas vivem bem financeiramente, alcançando o seu bem- estar através do esforço próprio. Dando importância, como dão, aos padrões sociais e á sua hierarquia de valores, estas pessoas podem adotar um estilo de vida bastante convencional, escolhendo uma profissão de acordo com os valores aceites e o mesmo tende a acontecer com o casamento, que pode  ser decidido tendo em conta os padrões «desejáveis» pela sociedade e ter em menor apreço as «razões do coração». O prestígio, respeito, reputação  e posição sociais são mais importantes do que isso.
Em termos emocionais mais profundos, estes nativos podem sentir muitas vezes conflitos pelo facto de terem que calar muitas vezes as próprias emoções para se conformarem com as convenções e as regras sociais, colocando sempre a «honra familiar», ou os «deveres» acima das suas emoções mais profundas. Por isso nem sempre são verdadeiramente felizes, mantendo muitas vezes uma personalidade de fachada e de conveniência, esvaziada de uma verdadeira identidade pessoal.  A sua existência equilibrada exige que encontrem parceiros com as mesmas orientações sociais de regulação e estrutura manifestando sobriedade e «compostura» nos comportamentos de modo a garantir uma boa imagem e reputação social e igualmente motivado para desempenhar responsabilidades sociais e a ocupação de uma posição social «respeitável».
Estes nativos desejam alcançar as posições sociais de topo e podem adotar uma postura de menosprezo por aqueles que «não atingem os padrões»  mais levados da sociedade. São igualmente muitas vezes «moralistas» em relação aos outros, mantendo uma postura formal rígida e não sendo capazes de uma abordagem mais humanizada ou frágil perante certas situações.
A mãe dos nativos com a Lua em Pushya é muitas vezes trabalhadora árdua, mas coloca o seu foco principal de interesse na comunidade alargada e nas funções sociais que desempenha, trabalhando «para o bem comum». Os filhos percebem desde cedo que «valores mais altos se levantam» em relação às sua próprias necessidades pessoais e que é preciso trabalhar para conquistar e manter uma boa posição social, boa reputação da família na sociedade e que tudo o que interfere com isto deve ser considerado secundário. A mãe é ambiciosa e ensina aos filhos que o mais importante na vida é alcançar uma posição social de respeito e hierarquicamente superior. Aprendem igualmente que a sociedade só recompensa os que se conformam com as suas regras e que uma vida só merece a pena ser vivida se alcançar o reconhecimento de uma boa posição social pela qual o indivíduo se torna «alguém». Não admira por isso que estas pessoas temam acima de tudo não ter qualquer visibilidade social e fazem tudo para se conformarem  com as regras sociais pois aprenderam cedo que os que não o fazem se tornam «excluídos» de um mundo de privilégios e honrarias.
Quando os nativos com  a Lua no Nakshatra de Pushya passam pelo período dasa de Mercúrio durante a infância e o começo da adolescência, este pode ser um período desafiador, devido ao facto de Mercúrio ser inimigo da Lua.  A tendência para criticar os valores estabelecidos pode criar um clima de conflito de âmbito parental que torna muito difícil a relação mãe-filho. Se este período dasa ocorrer após a idade de maturação de Mercúrio (32 anos) torna-se mais fácil a sua vivência.
Quando a Lua está colocada no 1º pada os nativos gostam de  ter a atenção dos outros. Gostam de auxiliar os outros e dar o que podem para melhorar as suas condições de vida. São apegados à família e gostam de proteger e nutrir. Criam harmonia à sua volta. Mas gostam igualmente de receber o reconhecimento dos outros por aquilo que fazem. Estas pessoas são muito responsáveis em termos sociais, sentindo-se responsáveis pelo bem estar social. São capazes de fazer o bem sem esperar nada em troca.
Quando a Lua está colocada no 2º pada os nativos podem ter nascido com capacidades inatas para curar, para dar conforto aos outros. São perfecionistas em relação a todos os aspetos da sua vida, dando grande atenção aos pequenos pormenores- da alimentação, saúde, afeto. São sensíveis aos ritmos e rotinas, gostando de os seguir no dia -a dia. Podem realizar os seus deveres de forma mais formal e de acordo com o que considerem ser o seu dever mas sem se colocarem a si mesmos totalmente no que fazem. Podem ser bons médicos, enfermeiros, nutricionistas, cumprindo todos os seus deveres mas sentindo em geral que o seu trabalho em prol dos outros é pouco reconhecido.
Quando a Lua está colocada no 3º pada  os nativos são muito criativos, usando as emoções para criar. São diplomatas na maneira de ser, podem ser excelentes nos negócios e pensam sempre em termos sociais, no que é melhor para a sociedade. Tudo o que fazem envolve-os emocionalmente pois são primeiramente motivados para prestar serviço aos outros. São responsáveis e com forte noção do dever e colocam estas tendências no serviço prestado aos outros, mesmo quando gerem um negócio, estão pr4eocupados em prestar serviço social, de nutrição e proteção.
Quando a Lua está colocada no 4ª Pada os nativos sentem necessidade de investigar a fundo as emoções dos outros, compreender os seus padrões mentais e emocionais. São talentosos psicólogos e psiquiatras. São capazes de ir ao fundo da psique para melhor entender os outros. Porém, o envolvimento emocional destas pessoas no que fazem pelos outros pode ter como resultado ressentimento quando não sentem o reconhecimento dos outros e podem tornar-se negativos, para si mesmos e para os outros. Os nativos deste pada podem tornar-se perseguidores e capazes de assédio, se a Lua estiver aflita. Podem mesmo cometer assassínio ( com a Lua muito aflita). Quando a Lua é forte sã grandes psicólogos, cirurgiões peritos no conhecimento da alma humana. Este pada pode produzir o melhor e o pior dos seres  humanos- aqueles que nutrem e dão a vida e os que a tiram.

Nakshatra da Lua- Uttara Phalguni


nakshatra da lua uttara phalguni
O  Nakshatra Uttara Phalguni tem regência do Sol. Os nativos que nascem com a Lua neste Nakshatra sentem necessidade de obter reconhecimento por algum talento especial, pela inteligência e criatividade, precisam de receber elogios e admiração por parte dos outros. Assim, procuram ser o centro das atenções. Porém, este é um Nakshatra que também ocupa os primeiros dez graus do signo Virgem. Assim, é no primeiro pada que a energia do Sol é mais fortemente sentida e em que o nativo pode alcançar grande glamour. Isto porque o Sol rege a 12ª casa em relação a Virgem, tornando a sua ação menos visível no mundo.
A relação entre a Lua e o Sol é de amizade pelo que  a Lua aqui colocada tem características positivas. Mas o 2º, 3º e 4º padas, situados no signo Virgem, são menos extrovertidos e mais orientados para a interioridade. As características do 1º pada distinguem-se bastante das dos restantes padas porque, no 1º pada, o Sol rege tanto o signo (últimos graus do signo Leão) como o Nakshatra pelo que a personalidade é mais exuberante, dramática autofocada, orientada para procurar o brilho, a fama, podendo indicar uma carreira nas artes dramáticas (cinema, televisão ou teatro), na Política, nas Artes. Aprecia o luxo, as luzes «da ribalta», a vida social, a moda, etc., aspirando a ser famosa e célebre pelas suas qualidades únicas. A pessoa tem também grande capacidade de afirmação pessoal. Adora estar rodeada de gente, um verdadeiro séquito que a segue, admira e serve. Só é feliz quando ocupa  o «centro do palco». Muitas vezes estas pessoas gozam de grande celebridade  no campo da moda, do cinema , teatro ou alguma outra atividade artística, sendo tratadas como figuras da «realeza». Também gozam de privilégios políticos com facilidade.
Nos restantes padas, há uma relação de inimizade entre o Sol, regente do Nakshstra e Mercúrio , regente do signo Virgem. Mercúrio também tem uma relação de inimizade com a Lua.
Assim, as energias dos planetas não fluem com a mesma facilidade que no 1º pada. Embora as pessoas com a Lua nestes 3 padas possam estar ligadas ao mundo do cinema, da literatura, da Política, não têm o mesmo brilho que as natividades do 1º pada.
Em geral, estes nativos identificam-se com a escrita, especialmente ligada aos pormenores, à análise crítica e à prestação de serviço. Podem envolver-se com grandes instituições ou organizações  e escrever ou falar  sobre causas, como por ex., as ambientais, os direitos de camadas da sociedade, dos animais, de melhores condições de trabalho para a massa assalariada, sendo verdadeiros arautos da denúncia de todos os tipos de exploração. Estas pessoas podem também ser escritores influentes na sociedade devido à capacidade lógica aprimorada e à atenção para o pormenor.
Nos padas que ficam colocados no signo Virgem, os irmãos ou primos tiveram importância acrescida, para o bem ou para o mal, na infância destes nativos, tendo feito parte do seu ambiente próximo. Em geral, estas pessoas tiveram um papel central nesses primeiros grupos que marcaram o seu crescimento. Quando adultas, esperam o mesmo das parcerias e do cônjuge , esperando naturalmente ser tratadas como sendo o objeto de toda a atenção por parte dos parceiros. Gostam de conversar com os que lhes são próximos e de fazer e decidir coisas em conjunto. Isto não acontece muito com os nativos do 1º pada, que se deixam, simplesmente, admirar (e adorar), confiando no seu brilho e glamour natural para serem seguidos e devidamente elogiados.
Os nativos dos padas  situados no signo Virgem são pensadores rápidos e com grande coerência lógica. Mas não são muito abertos a opiniões diferentes das suas, preferindo conversar com quem pensa da mesma forma e tem os mesmo valores. Podem fazer críticas demolidoras de opiniões contrárias,  o que não lhes é difícil, tendo em conta a impecável lógica e a racionalidade do pensamento, estruturalmente perfeito na argumentação. Pode ser difícil para muitos outros segui-los, dada a subtileza argumentativa de que são capazes e a rapidez com que pensam. Falam de forma cristalinamente clara ao argumentar. Assim, estes nativos são brilhantes intelectualmente, perfeitos nos detalhes (Sherlock Holmes poderia bem ter a Lua num dos padas de UttaraPhalguni)), seguindo «o trilho da argumentação» no seu encadeamento causal até à objetiva e imbatível conclusão. Estas pessoas não têm rival na capacidade para relacionar ideias e causas, explicar o fio argumentativo que seguiram para chegar a qualquer conclusão. Podem ser mestres na Lógica descritiva e explicativa de qualquer assunto ou facto.
Estas competências fazem deles bons divulgadores de informação, especialmente de caráter científico, excelentes escritores e ensaístas, excelentes vendedores, advogados de litigação, etc. Estes nativos encontram conforto e segurança na escrita, na conversa, e um dos seus temas preferidos é a «verdade» tal como esta pode ser alcançada através da lógica, da investigação científica e da observação dos «factos». Quando têm uma carreira no ensino, precisam de ter margem para fazer brilhar a sua capacidade de pensar e a sua liberdade, não se dando bem em ambientes dogmáticos ou doutrinários de que sejam apenas os  divulgadores. Quando constroem uma mensagem, estas pessoas têm que  lhe colocar um cunho pessoal.  E em cada um destes cenários, têm de ter o «papel central». Mesmo quando são professores, destacam-se pelas qualidades carismáticas e a sua inteligência, em relação a todos os colegas. Têm um gosto especial em ir além do que é aceite pelas regras convencionais e aplicam-se em seguir outros caminhos, usando a lógica  e a capacidade de falar para conduzir consigo os outros a outras soluções. Quando falam, todo o «palco» é deles, fazendo-o com talento, inteligência, criatividade e levando todos a render-se ao seu génio, estejam a declamar poesia, simplesmente a ler, a dar uma aula  ou a interpretar um determinado papel no cinema ou no teatro. Enquanto estiverem no uso da palavra, são os mestres e a autoridade.
Assim, é fácil entender que estes nativos não aceitam subordinar-se ao que quer que seja. Sentem-se o centro de uma vontade que brilha e cria por si própria e são, naturalmente por isso, líderes.
Quando a Lua está no Nakshatra de Uttara Phlaguni, pode ser difícil manter o equilíbrio no casamento. Para os que têm a Lua no 1º pada, pode ser simplesmente impossível ter apenas um relacionamento amoroso, havendo a tendência para múltiplos relacionamentos românticos. Para os nativos com a Lua nos restantes padas, a dificuldade está na «autoridade»: dificilmente o nativo de UttaraPhalguni dá ao cônjuge ou aos  parceiros, quaisquer que estes sejam, esse papel. Pelo contrário, os seus talentos naturais tendem a obscurecer por completo os do parceiro. E, para muitos, isso pode ser difícil de aceitar.
Porém, estas pessoas precisam de receber elogios e reconhecimento dos seus dons. Assim, em alternativa a procurar isso através de um parceiro podem buscar a admiração e reconhecimento dedicando-se a uma causa que pode ser política ou social, em que o uso da escrita e da palavra, da comunicação em suma, do que é o seu grande trunfo criativo, é o ponto forte. Assim ,mesmo  quando casam, estas pessoas podem encontrar mais satisfação emocional na  dedicação a uma causa do que ao casamento e parceiro de vida.  Não o fazem sozinhos, antes, unem pessoas em grandes grupos para esse efeito.
Quando a Lua está colocada no 1º pada os nativos  criam algo que tem valor e interesse para a sociedade , na qual prestam serviço. Mas no pada 1 esse serviço é também uma forma importante de autoexpressão. Estas pessoas são perfecionistas e desejam ser «as melhores» ao nível do que fazem e dos princípios que seguem. As regras, as leis, os pormenores são vistos como fundamentais. Criam para prestar algum serviço à sociedade, seja na área da advocacia, na área dos cuidados prestados a alguma camada da sociedade,  de modo a melhorar as suas condições de vida. Desejam ser modelos para os outros seguirem, como  líderes incontestados, seja na área política, da advocacia, da medicina, da  educação, etc. Sentem internamente que têm uma missão social importante a desempenhar. Podem acumular elevados conhecimentos para  cumprir esse objetivo.
Quando a Lua está colocada no 2º pada estas pessoas estão focadas nos pormenores e no trabalho centrado em objetivos claros e de natureza social. Os nativos do 2º pada  são trabalhadores árduos, focando-se nos negócios de modo a poderem ascender a posições elevadas na área profissional. São executivos, e CEO’s, são focados nos deveres e responsabilidades, acreditando que podem contribuir para mudar a sociedade para melhor, ao ocuparem posições de liderança nas instituições. Procuram alcançar poder para, nessa posição, mudarem a sociedade. Gostam de liderar largas organizações e instituições na área política e do direito, para mudarem as regras da sociedade como ambicionam.
Quando a Lua está colocada no 3º pada os nativos têm sentido prático nas atividades que desenvolvem, trabalhando em áreas científicas que têm aplicação prática para a sociedade. São capazes de usar a ciência para alcançar a melhoria de alguns aspetos da vida de camadas da sociedade. São também bons reformadores  das regras sociais, encontrando-se o maior contributo destas pessoas quando se dedicam a alguma destas áreas. A sua curiosidade e interesse só está presente quando o conhecimento pode atuar como ferramenta da melhoria da vida das pessoas e da organização social em que vivem.
Quando a Lua está colocada no 4ª pada  os nativos continuam a ter grande sentido prático mas apoiam-se na imaginação  para prestar serviço à sociedade. Podem ser escritores tentando despertar a consciência dos outros, usando o poder da imaginação e a intuição para contribuir para a melhoria das condições de vida da sociedade. Podem ser «mental coachers» ou  instrutores de meditação; gostam de se envolver no mundo artístico, especialmente da música e da dramatização, ajudando por ex., os artistas a organizar-se de forma prática e contribuindo melhor, desse modo, para trazer algo simultaneamente belo e útil ao mundo.

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